Expatriados·1 min de leitura·Autor: Koreabw AI Desk

Chanceler Cho Hyun sofre críticas dos dois lados por resposta lenta a coreanos no Oriente Médio

Parlamentares da situação e da oposição criticaram o chanceler Cho Hyun em uma audiência de emergência, dizendo que Seul demorou a proteger cidadãos coreanos durante uma crise no Oriente Médio e que muitas missões na região estavam sem embaixadores.

Atualizado em: 19 de jul. de 2026, 09:47 GMT-3
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Parlamentares da situação e da oposição criticaram o chanceler Cho Hyun em uma audiência de emergência, dizendo que Seul demorou a proteger cidadãos coreanos durante uma crise no Oriente Médio e que muitas missões na região estavam sem embaixadores.

O chanceler da Coreia do Sul, Cho Hyun, enfrentou raras críticas dos dois lados do espectro político em uma audiência parlamentar de emergência, quando parlamentares da situação e da oposição acusaram o governo de responder de forma lenta demais para proteger cidadãos coreanos apanhados por uma crise crescente no Oriente Médio.

O ponto central das críticas foi o momento da resposta de Seul. Segundo os parlamentares, um alerta especial de viagem para a região afetada só foi emitido dias depois do início dos ataques, deixando expatriados e viajantes coreanos sem orientação clara nas horas iniciais mais perigosas do conflito.

Os legisladores também alertaram para lacunas na presença diplomática da Coreia do Sul na região. Cerca de 30% das 19 missões diplomáticas do país no Oriente Médio operavam sem embaixadores, afirmaram, enfraquecendo a capacidade do governo de se comunicar com os cidadãos e coordenar apoio emergencial no local.

Os críticos argumentaram que as vagas deixaram expatriados e viajantes sem canais adequados de informação e assistência em um momento em que uma comunicação rápida e confiável poderia ser questão de segurança. Membros dos dois campos políticos pressionaram o chanceler sobre como o ministério planejava preencher as lacunas de liderança e acelerar seus protocolos de crise.

A audiência refletiu a crescente preocupação pública na Coreia do Sul com a segurança de seus cidadãos no exterior, especialmente as dezenas de milhares de trabalhadores, viajantes de negócios e residentes espalhados pelo Oriente Médio. A proteção consular tornou-se uma questão política cada vez mais sensível à medida que a instabilidade cresce em regiões onde empresas e cidadãos coreanos mantêm presença significativa.

Cho, respondendo a perguntas de todos os lados, foi pressionado a explicar como o ministério fortaleceria seus sistemas de alerta precoce, aceleraria os alertas e garantiria que os postos diplomáticos tenham pessoal adequado antes da próxima emergência. O caráter bipartidário da reprimenda sinalizou que a pressão sobre o ministério dificilmente diminuirá em breve.

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